Duas novas reprises de novela na Segunda

Clara, Padre Antônio e Guida

Nesta segunda estão de volta a televisão brasileira dois sucessos: “Da Cor do Pecado”, da Globo e “As Pupilas do Senhor Reitor”, do SBT. Ambas com um grande elenco e produção, as duas reprises irão se confrontar quase no mesmo horário. Enquanto “Da Cor do Pecado” começa às 14h30, “As Pupilas” começa um pouco mais tarde, às 15h15, porém ambas são exibidas juntas por quase 30 minutos.

Por muitas vezes o programa Video Show, da Rede Globo, exaltou que Taís Araújo foi a primeira atriz a fazer uma protagonista negra, se referindo a personagem Preta, da novela. Taís foi mesmo a primeira atriz a fazer uma protagonista negra, porém a personagem foi Xica da Silva, da Rede Manchete. Taís interpretou Xica quando tinha 17 anos, em 1996, 8 anos antes de fazer Da Cor do Pecado, com 25 anos de idade.

Da Cor do Pecado conta a história de Paco, um botânico e herdeiro de uma grande fortuna de seu pai, Afonso, do qual não gosta. Afonso usa Bárbara, noiva ambiciosa de Paco, para monitorar seu filho. Paco conhece Preta, e se apaixonam. Da Cor do Pecado conta com Taís Araújo, Lima Duarte, Aracy Balabanian, Reynaldo Gianecchini, Caio Blat e Tuca Andrada no elenco. 

As Pupilas do Senhor Reitor conta a história de Guida e Clara, meias-irmãs. Guida vai viver com a madrasta, mãe de Clara. Com a morte da mãe de Clara, as duas irmãs vão viver sob a custódia de Padre Antônio, o Senhor Reitor. Guida se apaixona por Daniel. Antes de ir estudar, Daniel prometeu se casar com Guida assim que voltasse. Daniel não se lembra de Guida e nem da promessa feita. As Pupilas do Senhor Reitor conta com Juca de Oliveira, Débora Bloch, Luciana Braga, Eduardo Moscovi, Denise Del Veccio, Caio Blat e Tuca Andrada no elenco.

Morre o deputado federal Enéas Carneiro

O deputado federal Enéas Carneiro (PR) morreu neste domingo (6), no Rio de Janeiro, em sua residência. A morte do parlamentar de 68 anos aconteceu em decorrência de uma leucemia.

O parlamentar estava internado no Hospital Samaritano, no Rio, mas, por causa do agravamento da doença, ele passou os últimos quatro dias em casa sob o acompanhamento da família.

O assessor do deputado federal, Robson Malec, informou que a família de Enéas ainda não decidiu sobre o velório ou se ainda vai cremá-lo, como era o desejo do parlamentar.
Segundo o líder do PR na Câmara, Luciano Castro (RR), Enéas estava lúcido até sábado, mas estava bastante debilitado devido ao tratamento de quimioterapia. O líder do PR na Câmara lamentou a morte do colega de partido e afirmou que deve cancelar uma viagem que faria ao Uruguai para participar do velório.

“Ele era um nacionalista. Uma figura de muita relevância para o Partido da República, que ele ajudou a fundar. Infelizmente, ele não teve tempo de participar do partido devido à leucemia”, afirmou Castro ao G1.

O deputado Enéas Ferreira Carneiro nasceu em novembro de 1938, em Rio Branco, no Acre. Fundador do Partido de Reedificação da Ordem Nacional (Prona), ele foi eleito deputado federal em 2002 com o maior número de votos da história: 1,5 milhão. Ele conseguiu a reeleição em 2006 e deveria ficar no cargo até 2010.

Enéas se formou em medicina em 1965 pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro e tinha mestrado em cardiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1989, ele concorreu pela primeira vez à presidência da República e conseguiu apenas 360.574 votos.

O político voltou a concorrer ao cargo em 1994 e 1998, quando obteve 4.671.457 e 1.447.090 votos, respectivamente. Na época, defendeu o rompimento do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e criticou a globalização e as privatizações.

Em 2000, Enéas concorreu à Prefeitura de São Paulo, quando obteve apenas 3% dos votos válidos. Depois disso, decidiu concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, quando obteve a maior votação da história.

Em 2003, viveu um dos períodos mais conturbados de sua carreira política. Ele teve seu sigilo bancário e fiscal quebrados por suspeitas de vendas de candidaturas nas chapas do Prona.

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Talvez um dos únicos que você podia falar: “esse não rouba”. Enquanto Enéas vai, ACM fica e se procria!