Game: The Prision Life – Paris Hilton

A herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris Hilton, vem vivendo um drama ultimamente. A atirz, atriz pornô, modelo, apresentadora, cantora e empresária foi presa após ter sido flagrada dirigindo sem carteira. Ontem, Paris foi liberada da prisão por problemas de saúde e transferida para sua casa. Já hoje, após o julgamento de Paris, foi decido que a socialite deveria voltar para a prisão de Los Angeles. Ainda não há uma data exata que Paris volte para a prisão. A pena dela é de 45 dias.

Paris tem sido alvo de sátiras. Uma delas é o jogo “The Prision Life“, que satiriza o reality “The Simple Life”, da Fox, que tem Paris como uma das protagonistas. O jogo trás diversas referências à Paris. Algumas placas trazem “RCHGRL” (Garota Rica), “SEXTAPE” (Vídeo de Sexo), “WHYME” (Porque eu), “NJUSTS” (Injustiça) e vários outros.

Use as setas da esquerda e da direita para movimentar Paris e a seta para baixo para carimbar as placas. Cuidado para não carimbar o cãozinho de Paris, se você deixá-lo rolar pela esteira, ganha pontos extas. Para jogar, clique aqui.

Vídeo: Brasil de Lulla


O Meu País
Zé Ramalho

Composição: Livardo Alves – Orlando Tejo – Gilvan Chaves

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram – se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio – x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Site do Exército Boliviano usa foto de soldado brasileiro

O blog Kibe Loco descobriu uma fraude do site do Exército Boliviano. Na seção “Misiones de Paz”, um soldado ‘boliviano’ carrega uma criança ‘africana’ nos braços. A foto trás uma terrível montagem para cobrir a bandeira brasileira o nome do soldado. Abaixo veja a montagem boliviana:

Na verdade, a imagem é de um soldado do 11ºBIMH (Batalhão de Infantaria Montanha, de Tiradentes/MG), durante a missão de paz no Haiti. Veja abaixo a foto original:

Vamos esperar o pronunciamento de alguém sobre essa montagem “tosca”.

(Corrigido pelo leitor Stefan Vargas)