Heloísa Helena pode ser candidata à Prefeitura do Rio

A ex-senadora Heloísa Helena (P-Sol/AL) pode ser candidata à Prefeitura do Rio em 2008. Se depender da vontade dos dirigentes do P-Sol, isso deverá acontecer. O motivo do interesse do P-Sol em colocar Heloísa Helena como prefeita da capital fluminense foram os votos que a ex-senadora recebeu em sua campanha à Presidência da República em 2006: 20,4% dos votos válidos na capital e 17,1% em todo o estado.

Embora os dirigentes do partido queiram isso, falta saber se os militantes do partido aceitarão essa tática, já que pode ser considerada eleitoreira.

Inicialmente, Heloísa Helena rejeita a proposta.”Não me sentiria bem em transferir o título para disputar uma eleição. Seria uma manobra eleitoreira que a gente tem condenado.”

Além da grande votação que Heloísa Helena recebeu nas últimas eleições, os dirigentes do P-Sol alegam que no comando da Prefeitura do Rio, Heloísa Helena poderá se aproximar mais de temas de projeção nacional como a violência.

Porém, a discussão sobre sua transferência “está ainda em uma fase embrionária”. “Por ser uma figura representativa do partido, se ela fosse eleita para o Executivo, teria que se fixar no Rio. No Legislativo, tem mais liberdade, além de poder ajudar a formar uma bancada. Mas depende da vontade dela”, disse o ex-deputado federal Babá (P-Sol/PA).

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2 comentários sobre “Heloísa Helena pode ser candidata à Prefeitura do Rio

  1. http://www.bemparana.com.br/marcus/index.php/2007/10/31/o-maluco-que-veio-do-rio/#comments

    Estou enviando essa mensagem para vocês terem noção
    do que está se passando comigo e com toda a minha
    família.
    Estou sendo caçada e ameaçada de morte, não sei por
    quanto tempo vou suportar tanta dor e desespero. Peço
    por justiça, pois como Cristã um pedido de desculpas
    teria sido o suficiente para perdoar o agressor e
    tentar esquecer o episódio. Muito pelo contrário, esse
    “senhor” insiste em se referir a mim mesmo sem me
    conhecer, de forma agressiva e caluniosa. Jamais em
    momento algum eu e minha família usamos nomes falsos.
    Não encontrava amparo em lugar algum. Agora, já o
    tenho. Não fizemos nada a ninguém, a única coisa que
    queremos é ter Paz. Estamos sendo ameaçados por
    pessoas sem escrúpulos e sem uma formação de família.
    Desde o dia 5 de outubro nossas vidas se tornaram um
    calvário. Meu corpo dói, mas menos que minha alma. Por
    não entender o porquê de tanto ódio e de tanta
    capacidade que um “ser humano” pode ter para a
    maldade. Só peço a vocês como pessoas, corajosas que
    já demonstraram ser, que me ajude, que esse caso não
    fique no esquecimento, e nem que meu corpo seja
    encontrado num assalto forjado. Não sei qual é sua
    religião, mas meu pai já me dizia que
    independentemente de qualquer religião você tem que
    ser acima de tudo, gente.
    ” Há de se temer mais o amor de uma mulher, que o
    ódio de um homem” (Sócrates

    Esse episódio aconteceu dia 5/10/07. Já estamos no dia
    1/3/03 e meu maior receio é que esse episódio
    gravíssimo acabe no esquecimento como tantos outros.
    Hoje em dia eu e minha família estamos tentando
    continuar nossas vidas apesar de todas as dificuldades
    que estamos passando. O trauma sofrido por nós não é
    algo fácil de ser esquecido. Tenho pena da minha filha
    que, desde cedo teve que sentir a violênica tão de
    perto mas confesso que tenho mais pena desse senhor
    que não tem a sorte de ter conhecido a palavra de
    Deus.
    Agradeço mais uma vez todo o apoio e demonstrações de
    carinho que eu e minha família temos recebido.

    Chama-se Luís Otávio Brasil Freitas o homem que, no
    dia 5 deste mês, atacou um carro com extintor de
    incêndio depois de uma confusão no trânsito. No
    interior do veículo estava um casal com a filha de 14
    anos. A mulher, uma fonoaudióloga, foi atingida com
    estilhaços no olho direito e perdeu a visão.
    Freitas apresentou-se ontem na polícia e deve ser
    indiciado. Segundo o delegado, trata-se de um homem de
    “caráter ruim e de alma muito maldosa” com uma longa
    lista de casos de agressão. A violência contra a
    família da fonoaudíologa fez com que mais vítimas do
    homem, que costuma usar um chapéu de caubói,
    procurassem a delegacia. De acordo com o delegado, ele
    teria desafiado também os agentes policiais.
    “Tornou-se questão de honra para nós afastar esse
    cidadão do convívio com a sociedade”.
    A fonoaudióloga, que não revela o seu nome, é carioca
    e diz que mudou-se para Curitiba há dez anos para
    fugir da violência. ‘Senti-me uma refugiada do Rio que
    veio parar no Iraque’. Coincidentemente, o agressor
    também veio do Rio de Janeiro.

    Por favor me ajudem!

    Rosângela Sicuro

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