O caso da Velox fora do ar

Eu dificilmente comento coisas do meu dia-a-dia neste blog, mas esse fato é muito engraçado, talvez comum para quem trabalha no setor, mas foi uma experiência diferente dos habituais que temos com atendentes de SAC.

Na noite da última terça-feira, por volta das 20h30, a Oi Velox saiu do ar. Eu liguei para o serviço para tentar receber alguma satisfação. A “atendente virtual” atendeu-me e respondi que queria saber sobre conexão de Velox (e como é estranho falar com robôs). Fui transferido para a central de atendimento. Um rapaz, que não lembro o nome atendeu-me. Pedi informações sobre se o serviço está fora do ar (falar com robôs-humanos não é estranho, mas é chato). O rapaz transferiu-me para o setor técnico da Velox (a “atendente virtual” não poderia ter feito isso?) e alguns minutos depois, Débora atendeu-me. Pensei comigo mesmo: “aff, minutos de antipatia”. Logo no começo, começaram as perguntas padrão: “A luz do modem está acesa?”, “Seu modem é rateado?” (o apelido do meu irmão é Rato, serve?), “Você já reiniciou seu modem?”, “Jacaré no seco anda?”. Para todas as perguntas, exceto a última, claro, a resposta foi sim. Então, Débora foi ver se a rede está em manutenção. A informação recebida por ela foi que a rede está operando normalmente. Aí, então, começou a batalha! Débora, então, pôs-se a trabalhar para tentar sanar esse misterioso problema que se abateu em minha conexão.

Primeiro Débora pediu gentilmente para eu desconectar todos os fios atrás do meu modem e reiniciasse meu computador para reabilitar meu sinal. Assim o fiz. Débora reabilitou o sinal. Eu, já pedindo proteção a São Jorge, Nossa Senhora, Ogum, Oxossi, Iemanjá e todos os orixás do umbanda e santos do catolicismo (Jesus não, porque não era tão grave), tentei acessar minha página inicial (falar rome peije é falta de consideração com a cultura brasileira), mas foi em vão. “Servidor não encontrado”, informava a Raposa de Fogo. “O Internet Explorer não pode exibir a página da Web”, dizia o Explorador da Internet. Informei a Débora sobre as mensagens recebidas. Débora, então começou a tática de guerra: Configuração de DOS para ver IP Fixo, Gateway Padrão e outros jargões técnicos do setor. Eu, que entendo relativamente bem sobre informática, me perdi naquelas siglas e números que aparecia naquela tela preta (não, não é afro-descendente).

Débora, então, solicitou-me que fizesse outros procedimentos: verificar configuração local, configurações de modem, adaptadores de rede, hardware e mais linguagens técnicas. Tudo normal, como deveria operar. Débora, então, pede-me para que aguarde (frase fatal para qualquer consumidor). Pacientemente, aguardei, afinal Débora estava fazendo tudo que estava em seu alcance para sanar meus problemas. Três minutos depois, Débora volta com novos procedimentos: novamente verificar o Gateway Padrão para ver se era compatível com meu modem. Compatível. Nessa hora, já imaginava os planos que teria que cancelar para comprar uma nova peça para meu computador. Ai, roupas novas no shopping novo, tênis novo, já me despedia antes de tê-los.

No alto de minhas lamentações em silêncio, Débora pede-me para aguardar. Aí começou o alvoroço na central do Oi Velox. Pelo telefone era possíveis escutar correria, gritos, falações e outros sinais de agito. Depois de 6 minutos, chega Débora com a voz em um tom derrotado, desgastado e cansado. Débora começou sua frase com “Senhor Luan, infe…” e ouço um forte grito distante. Débora, depois de ouvir a informação desse grito, mudou o tom de voz para algo parecido com “não acredito!!!!” e Débora informa-me: “Senhor Luan, aqui na central ficou a maior confusão (risadinha) (será que ela faz as chamadas da Sessão da Tarde?). Eu consultei o supervisou e ele mandou uma mensagem pra central da sua região e acabam de retornar (nesse momento ela começa a querer rir) dizendo que estão sim em manutenção”. Eu ri, e logo ela riu e desabafou: “Depois de todo esse nosso esforço, era só isso, coisa que poderia ser resolvida logo no começo desse atendimento”. Pensei em dizer “é a desorganização”, mas não disse. Não sabemos o que acontece por lá para prejulgar e respondi: “então é só uma manutenção? Ai, que bom!! Pensei que era algo no meu computador” e, então, rimos para não chorar.

Normalmente, uma pessoa sem paciência se irritaria e diria a coitada da Débora que perdeu tempo naquela ligação e que a Velox é desorganizada e amadora. Porém, sou contra a essa política de total hostilidade às atendentes de SAC. Débora foi atenciosa e dedicada para tentar sanar meu problema. Se a Oi Velox tivesse sistema de avaliação do atendimento, como acontecia na antiga Directv, Débora mereceria muito mais do que 10. Que todas as atendentes seja semelhante a Débora!

Ah, e a Velox só retornou pela madrugada.

Anúncios

Mais uma quer ‘Tropa de Elite’

A guerra pela produção de uma série derivada do filme “Tropa de Elite” ganhou mais um personagem. A RedeTV!, que recentemente começou sua história teledramaturga com a mega-produção “Donas de Casas Desesperadas”, versão brasileira de “Desperate Housewives” em parceria com a Disney e a argentina Polka. Assim, na TV Aberta, praticamente todas as emissoras querem produzir a versão televisiva do filme: Globo, Record, SBT e RedeTV!, além do canal pago HBO. Só falta a Band fazer uma proposta…

Algumas exigências já estão sendo feitas. Algumas, por exemplo, são: José Padilha e Marcos Prado querem total controle da série, a minissérie de 12 capítulos terá que ser produzida pela Zazen Produções e que parte da direção do programa seja comandado pela dupla, mais quatro diretores amigos que serão convidados para dirigir alguns capítulos.

“Batman Begins” fica na liderança durante 49 minutos

Segundo o site do SBT, o filme “Batman Begins” ficou durante 49 minutos na liderança e foi vice-líder durante sua apresentação com média de 15 pontos. A Rede Globo conquistou 23 pontos durante a exibição do filme e a Rede Record ficou com 08. O pico do filme foi com 20 pontos. Durante o filme, a Rede Globo exibia o jornalístico “Fantástico” e o filme “A Rocha”, de 1996. Já a Rede Record exibia a série Heroes, que chegou a perder para o Pânico na TV, e o filme “Contagem Regressiva”, de 1994.

Outras atrações do SBT conquistaram a liderança. O Sábado Animado, por exemplo, ficou 17 minutos na liderança, com picos de 12 pontos. Na média, o programa ficou com 07 pontos. A Globo ficou com 09 pontos e a Record com 05 pontos. Na Globo, eram exibidos os desenhos da TV Globinho, o mundial de Futsal, Os Simpsons, SPTV e o programa Estrelas. Na Record, a atração competiu com Bíblia em Foco, Video Gol, Hoje em Dia, Record Kids e a Turma do Pica-Pau e uma parte da série “As Espiãs”.

O Domingo Legal empatou com a Rede Record com 11 pontos na média. A Globo registrou 19 pontos.

O leite adulterado

Leitor, responda rápido, você toma leite? De uma forma de outra, o leite é consumido por grande parte da população brasileira. Seja em sua forma original ou seus derivados, como o queijo, a manteiga ou o requeijão. Recentemente, vimos o caso que chocou todo o país, o leite adulterado. Algumas cooperativas misturavam água oxigenada , acreditem só, soda cáustica para prolongar a vida do leite e, talvez, diminuir a vida do consumidor. A Parmalat, uma das gigantes dos laticínios, comprava o leite adulterado. Os lotes já foram retirados dos supermercados.

O leite, principal alimento para uma boa qualidade de vida, sempre foi um dos alimentos preferidos do povo brasileiro. Rico em vários nutrientes, principalmente em cálcio, o leite tipo “Longa Vida UHT” adulterado era pobre em nutriente, segundo divulgado pelos cientistas e não apresentam riscos para a população.

Apesar de todo o medo que agora ronda os lares brasileiros, é quase impossível substituir o leite na alimentação do dia-a-dia, principalmente na alimentação infantil. O café-com-leite de antes do trabalho ou o achocolatado do café-da-manhã, o leite está presente na vida do brasileiro desde o começo da vida até seus últimos momentos.

Agora, se você precisa desentupir sua pia ou pintar seus cabelos, ainda não use o leite. O máximo que você vai conseguir é sujar sua pia ou estragar seu cabelo.

Movie Classic Scene: 2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey)

2001: A Space Odyssey, ou 2001: Uma odisséia no espaço (br/pt), é, para muitos críticos, um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos. Foi realizado em 1968 pelo cineasta Stanley Kubrick, natural dos Estados Unidos da América.

Este filme, com uma duração total de 139 minutos e apenas 40 de diálogo, analisa a evolução do Homem, desde os primeiros hominídeos capazes de usar instrumentos, até à era espacial e para além disso. Foi baseado nas obras de Arthur C. Clarke The Sentinel e 2001: A Space Odyssey, esta última escrita simultaneamente com as filmagens.

Uma das personagens principais do filme é o computador inteligente HAL 9000, uma das máquinas mais famosas da História do Cinema. A crítica viu no nome do computador uma referência velada à IBM, pois as letras da sigla precedem em uma casa a denominação da conhecida empresa norte- americana do sector informático. Kubrick, no entanto, desmentiu essa tese, dizendo que isso não passou de uma coincidência.

Outros destaques do filme são os seus efeitos especiais pioneiros, e a sua trilha sonora, composta entre outras por obras de Richard Strauss (Assim Falou Zaratustra), e Gyorgy Ligeti (Lux Aeterna), sendo este último repetente nos filmes de Kubrick.

Uma curiosidade sobre a trilha sonora do filme: Kubrick solicitou ao seu colaborador em Spartacus, Alex North, que compusesse a trilha sonora para a película. Depois de escutar o resultado, o diretor de “2001…” não ficou satisfeito e optou pela música clássica para dar vida às famosas cenas no espaço. North só soube que sua trilha tinha sido jogada no lixo no dia da estréia do filme, e ficou furioso. Sendo que quem fez os arranjos e a orquestração foi o brasileiro Eumir Deodato.

Posteriormente foi lançado o livro “Mundos Perdidos de 2001” (The Lost Worlds of 2001), no qual Clarke conta a história do filme, a do livro e outras inéditas. No Brasil foi lançado pela editora Expressão e Cultura em 1972. Em 1984 foi lançada a sequência 2010: O ano que faremos contato, baseado na obra homônima de Arthur C. Clarke, lançada em 1982.

SBT entra na guerra por “Tropa de Elite”

Apesar do contrato da Televisa, o SBT entrou na briga pelos direitos de produção da série “Tropa de Elite”. Segundo a Folha de S. Paulo, executivos do SBT, autorizados por Silvio Santos, entraram em contato com os produtores do longa. Além do SBT, a Rede Globo, a Rede Record e o canal pago HBO também querem os direitosde produção da série.

A briga por Tropa de Elite tem sido intensa. A Rede Record, numa tentativa utópica, propôs que o filme fosse exibido no canal em Dezembro, pulando as principais etapas da comercialização de um filme. Antes de ir para a TV, um filme é lançado em DVD, em Pay-Per-View, vai para a TV paga e só depois vai para a TV Aberta. O filme tem previsão de ir para a TV aberta em 2009.

SBT desiste de romper contrato com a Televisa

O contrato entre o SBT e a Televisa deverá ser mantido até seu fim, em 2009, segundo o colunista Ricardo Feltrim. Silvio Santos, dono do SBT, encontrou-se com os executivos da Televisa em Cannes, na França, durante uma feira de TV e tentou romper o contrato. Silvio desistiu de romper o contrato com a rede mexicana. O atual contrato, firmado em 2000, somente permite que o SBT produza novelas com textos mexicanos e que uma telenovela mexicana seja exibida na emissora.

Silvio se define um “homem de palavra” e, por isso, o contrato será mantido até 2009 e não deverá ser renovado. Os primeiros rumores que Silvio queria romper o contrato com a Televisa foram divulgados em 2006, quando o dono do SBT teria declarado que prefere “uma [novela] brasileira dando 5 [pontos] do que uma mexicana dando 10”. Também é provável que a multa de rescisão do contrato seja muito alta.

Haviam cinco projetos de novelas a serem produzidas pelo SBT: Duas sinopses escritas pela autora Solange Castro Neves, a adaptação-remake da novela “Dona Beija”, sucesso da Manchete, uma novela que está sendo escrita por Íris Abravanel e a versão brasileira da novela humorística argentina “LaLola”, comprada em Cannes. Esses projetos deverão esperar até 2009.

Enquanto isso, grandes autores como Letícia Dornelles e atores como Lu Grimaldi e Tânia Bondenzan ficam presas ao gesso das novelas mexicanas, com suas histórias lacrimejantes e água-com-açúcar, sem ação e temas brasileiros. Até 2009, a Televisa permanece no SBT como a parceira inconveniente.