Maitê Proença irrita portugueses no ‘Saia Justa’

midia

Atriz cria verdadeira ‘Saia Justa’ ao cuspir na fonte do Monsteiro dos Jerônimos em Portugal

Por Luan Borges
do Direto ao Ponto

Maitê Proença cospe em fonte portuguesa em seu programa

Maitê Proença cospe em fonte portuguesa em seu programa

A atriz Maitê Proença, que apresenta o programa “Saia Justa” no canal pago GNT ao lado de Betty Lago, Márcia Tiburi e Mônica Waldvogel, criou uma verdadeira Saia Justa na edição em que a atriz mostra o vídeo de sua viagem a nossa ex-metrópole.

No vídeo, Maitê ironiza Portugal a todo momento. Logo no começo, Maitê mostra a placa de um número 3 ao contrário, segundo ela, “para provar que está em Portugal”. Ao longo do vídeo, Maitê faz inúmeras referencias as ‘burrices’ dos portugueses, apesar de cometer algumas gafes de chamar o Rio Tejo de “mar”.

O vídeo termina com Maitê Proença cuspindo na fonte do Claustro do Monsteiro de Jerônimos, um patrimônio mundial protegido pela UNESCO.

O vídeo, que já foi exibido pelos canais SIC e RTP, causou revolta no povo português, que exige um pedido de desculpas da atriz. Uma petição online já conta com mais de 2 mil assinaturas.

Em entrevista ao site do jornal “O Globo”, Maitê pediu desculpas e diz que “tudo não passou de uma brincadeira”, porém ela diz que “está faltando humor nas pessoas”.

Veja o vídeo:

EDITORIAL: Brasil, o país que nasceu na cagada

brasil

Em 7 de setembro de 1822, D. Pedro, no meio de uma diarreia, proclama a independência do Brasil

Por Luan Borges

Nos livros de história, a independência vem relatada assim: “No dia 7 de Setembro de 1822, Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil, às margens do Rio Ipiranga, libertando-nos de Portugal”.

Pintura de D. Pedro, nas margens do (posto) Ipiranga

Na sátira, D. Pedro proclama a independência as margens do Posto Ipiranga

O que não contam é que o garanhão-mor do Império, na verdade, estava acometido por uma bela diarreia no dia em que “proclamou” (sim, entre aspas mesmo) a república. Antes de dar o grito que “tornou” o Brasil independente, “Independência ou morte!”, ele havia dado uma ‘aliviada’ em uma casa próxima ao Ipiranga. O brado forte retumbante, presente no hino, é mais brado da caganeira que D. Pedro estava do que o grito de independência.

Podemos, assim dizer, que o Brasil nasceu no meio de uma cagada, e que até hoje vive na cagada. Por onde olhamos, vemos merda por todos os lados. Na política, vivemos a política do “merda até transbordar”. Vemos o caso do excelentíssimo senador, ex-presidente e sempre bigodudo José Sarney. O velhinho não conhece ninguém, nem mesmo seu afilhado de casamento e nega conhecer pessoas que tem o sobrenome Sarney. Isso não é caso pra CPI, é caso pra neurologista! Internem o Sarney, por favor, ele é o único no Brasil todo que não sabe o que é ato secreto.

Indo um pouco mais a fundo, merda maior é ver Fernando Collor de Mello, aquele que o Brasil expulsou à vassouradas do Palácio da Alvorada, de volta ao poder, dessa vez no Congresso Nacional, e ainda com pinta de homem honesto. É ou não é de causar disenteria?

Isso para não citar o caso do Mensalão. Dos 40 acusados, só dois foram impugnados. E os outros 38? São inocentes? Caso esquecido, caso abafado, caso passado.

Dizem que as merdas só estão na política. Pior que não. Me diga, quanto você paga na sua internet banda-larga? Está satisfeito com ela? Pois saiba que o que temos em mãos é sucata. Enquanto você acha que está com o produto top de linha, nas regiões mais desenvolvida, como EUA e Europa, a situação está mil vezes melhor e com o preço mil vezes menor.

Na televisão, nem se fale. Uma ataca a outra, uma acusa a outra. Uma xinga a outra. E no meio disso, o telespectador, que só quer uma programação de qualidade, onde só há “mais do mesmo”, onde a cópia impera e reina. Uma TV de primeira merda!

E no meio desse monte de bosta, está o povo brasileiro. Povo brasileiro que ri, povo brasileiro que bate palma, povo brasileiro que vive do panis et circus. Povo heroico, dê seu brado retumbante pela independência e o fim do Império da Merda Brasileira! Enquanto o país estiver deitado em berço esplêndido, nunca seremos um país de verdade. Gigante pela própria natureza, levantemos desse berço e lutemos. Façamos o futuro que espelhará essa grandeza chegar. Façamos algo pela pátria amada, Brasil!